domingo, 14 de setembro de 2014

Poesia Solar


O sol desce no mar
de vento em polpa
a fruta na roupa
se dispõe a manchar

Na vida, na morte
Sofrida sorte

de quem se dispõe a amar

o céu
ilimitado limite
de sentir
ver
ser
ler
e sorrir

O sol se ergue do mar
se levanta
lenta e lindamente
imensidão emergente
Deus incandescente
O próprio iluminar

Eu imerso na imensidão
com roupas pintadas de fruta
Sou quem escuta
a poesia
Desse grande Sol
a nos recitar

#DiasEbraico

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