O sol desce no mar
de vento em polpa
a fruta na roupa
se dispõe a manchar
Na vida, na morte
Sofrida sorte
de quem se dispõe a amar
o céu
ilimitado limite
de sentir
ver
ser
ler
e sorrir
O sol se ergue do mar
se levanta
lenta e lindamente
imensidão emergente
Deus incandescente
O próprio iluminar
Eu imerso na imensidão
com roupas pintadas de fruta
Sou quem escuta
a poesia
Desse grande Sol
a nos recitar
#DiasEbraico
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