Junte as trouxas
Calce outro sapato
Limpe as roupas
Arranje um jeito
De viajar
Barato
Um ônibus apertado
Com manchas
Deleite
No leito
Mas vá
Pra longe, pra qualquer lugar
Ao menos uma vez
Levante
Como um monge
Um imigrante
Um fora da lei
Fuja, migre, não fique
A vida precisa de novas terras
Um outro planeta
Para que você passe para novas eras
Onde explore outro verso
Outro infinito de outras letras
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Lembrança matutina
Perdido
Entre as ondas do lençol
Aquele cheiro de manhã nova
Beijos e abraços
O cabelo se solta
A musica toca
A dança não para
O tempo
Tão lento
A cena tão rápida
A carne tão pálida
Que se decora
Em amora
Se devora
Se ama
Na lama
Do corpo
O louco
Encontra
A vida
O fogo
A tragedia
Alegria!
A festa
Monotonia
A cama
E o amor que assovia
Entre as ondas do lençol
Aquele cheiro de manhã nova
Beijos e abraços
O cabelo se solta
A musica toca
A dança não para
O tempo
Tão lento
A cena tão rápida
A carne tão pálida
Que se decora
Em amora
Se devora
Se ama
Na lama
Do corpo
O louco
Encontra
A vida
O fogo
A tragedia
Alegria!
A festa
Monotonia
A cama
E o amor que assovia
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Menéorito
Quebrando as ideias
Em 9 ponto 2
Magnifictude
Quebrando as velhas
Monótonas passeantes de calçada
Velhas meias,
Ideias calçadas desgastas
Até a metade
(nem tirei pra lavar)
Ideias pensadas e pesadas
Milenares dinossauros
Destruídos
Pelo menéorito
Brilhante
Chamusco rasante
Riscante
Tracejante celeste
Estrela ascendente(caídas são as velhas)
Tremedora de toda a esfera
Pedra cintilante atritada pela minha atmosfera
Dói
Mas revive esse jardim encefálico de antigas pedras
Em 9 ponto 2
Magnifictude
Quebrando as velhas
Monótonas passeantes de calçada
Velhas meias,
Ideias calçadas desgastas
Até a metade
(nem tirei pra lavar)
Ideias pensadas e pesadas
Milenares dinossauros
Destruídos
Pelo menéorito
Brilhante
Chamusco rasante
Riscante
Tracejante celeste
Estrela ascendente(caídas são as velhas)
Tremedora de toda a esfera
Pedra cintilante atritada pela minha atmosfera
Dói
Mas revive esse jardim encefálico de antigas pedras
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Ternura
Minhas
Meras linhas
Meus
Meros versos
Um rosto terno
De inspiradas viagens
Navegadas pelos mares
Eu, romântico...
Quase louco
De irracionais fatores quânticos
Tremo e choro
Me queima até o osso
Quando teu terno rosto
Eu olho.
Meras linhas
Meus
Meros versos
Um rosto terno
De inspiradas viagens
Navegadas pelos mares
Eu, romântico...
Quase louco
De irracionais fatores quânticos
Tremo e choro
Me queima até o osso
Quando teu terno rosto
Eu olho.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Aquariano
Parece que o mundo acabou
Ninguém se olha
Quanto mais se vê
Parece que o mundo acabou
Parece que a vida não existe
E só há pedra nos corações
Parece que o mundo acabou
Parece-me ser um remanescente
Um dos poucos que sentem.
Alma do mundo
Em luz passando pela lente.
Dos olhares da compreensão
De que nem todos podem ver.
Ninguém se olha
Quanto mais se vê
Parece que o mundo acabou
Parece que a vida não existe
E só há pedra nos corações
Parece que o mundo acabou
Parece-me ser um remanescente
Um dos poucos que sentem.
Alma do mundo
Em luz passando pela lente.
Dos olhares da compreensão
De que nem todos podem ver.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Deslanço
Tão sério
Meros rasgos
Meras palavras
Olhares
Meros tempos passados
Que tédio
Olhares tão frios
Quase sofridos
Mentes pálidas
Faces vazias
É por aí.
É sem graça mesmo
Tão longe
Dos nossos turbilhões, batidas de coração, canhões.
Velhas histórias. Presentes. Sem pensar nos raios brotados dum dia pra nascer.
Eramos nós. Eramos. Eramos. Agora, desatamos o nós.
Meros rasgos
Meras palavras
Olhares
Meros tempos passados
Que tédio
Olhares tão frios
Quase sofridos
Mentes pálidas
Faces vazias
É por aí.
É sem graça mesmo
Tão longe
Dos nossos turbilhões, batidas de coração, canhões.
Velhas histórias. Presentes. Sem pensar nos raios brotados dum dia pra nascer.
Eramos nós. Eramos. Eramos. Agora, desatamos o nós.
domingo, 19 de outubro de 2014
O sábio
O sábio cantarola
Com um sorriso de aprendiz
Com a alma encriançada
Com um jeito tão feliz
Ao tempo que chora
Desabrocha alvorada
Do tempo do sábio aprendiz
Dias Ebraico
Com um sorriso de aprendiz
Com a alma encriançada
Com um jeito tão feliz
Ao tempo que chora
Desabrocha alvorada
Do tempo do sábio aprendiz
Dias Ebraico
Rosa Nascida
Que a paz reine; Entre raios da manhã; Nas flores de seda, colhidas por mãos calejadas. Desperta a rosa/alma. Chorosa, mas tão calma. Rosa/Menina, nascida do vento, criatura de amor. Lábios e labaredas dançam sabedoria. Canções vivas e acesas. Segredos e mistérios, da rosa menina, sabedoria do eterno, mistério criador.
Dias Ebraico
Dias Ebraico
domingo, 12 de outubro de 2014
Rimas sem fim
Vou que vou
Na minha
Vou andando
Nos versos
Sem linha
Vou de pé
Vou e vim
Vou de onde vier
Inspiração
In-ventando
Rimas sem fim.
Dias Ebraico
Na minha
Vou andando
Nos versos
Sem linha
Vou de pé
Vou e vim
Vou de onde vier
Inspiração
In-ventando
Rimas sem fim.
Dias Ebraico
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Tudo caído
Tudo, tudo
Caindo, caindo
desabando, destroçando
Sem parar, sem parar
Chovendo
Tudo. Caindo.
Sobre mim
Sobre minha alma
Minha culpa
Minha fúria
Minha calma
Minha dor
Meu sofrer
Minha angustia
E solidão
Meu tédio
Minha morte.
A loucura corrompente da sanidade
Derramando
Sobre minha pele
Manchados
os lençóis do meu coração
Afogado
No mundo caído
E sua imensidão
O peso
Queimadas as asas
Soldadas as correntes
Arrastados os pesos da consciência
Quem quer ser livre
Quem aguenta a verdade
Quem quer ser real
Quem aguenta o peso
da liberdade
Soldadas as correntes
Arrastados os pesos da consciência
Quem quer ser livre
Quem aguenta a verdade
Quem quer ser real
Quem aguenta o peso
da liberdade
Uma poesia pra passar o tempo
O vento passa
pela praça
Roubando atenção
Levantando a poesia
e as folhas do chão
Vi o tempo se passar
Como o vento e eu então
O tempo venta até não ter
nenhuma folha em minha visão
pela praça
Roubando atenção
Levantando a poesia
e as folhas do chão
Vi o tempo se passar
Como o vento e eu então
O tempo venta até não ter
nenhuma folha em minha visão
domingo, 5 de outubro de 2014
Ode a primavera
É primavera
Cantam pássaros
Da nova era
Lirando poesias
Com a destreza
De quem esmera
Longos cantares
Flores de néctar e mel
Amores e amares
Cabíveis em papel
Poesia escritas
E folhas de palmeira
Ipê amarelo
E laranjeira
Poesias bem vistas
E saborosas
Suculentos frutos
Perfume de rosa.
É a primavera
Anunciando
A nossa era
Que será
Dias Ebraico - Ode a Primavera
Cantam pássaros
Da nova era
Lirando poesias
Com a destreza
De quem esmera
Longos cantares
Flores de néctar e mel
Amores e amares
Cabíveis em papel
Poesia escritas
E folhas de palmeira
Ipê amarelo
E laranjeira
Poesias bem vistas
E saborosas
Suculentos frutos
Perfume de rosa.
É a primavera
Anunciando
A nossa era
Que será
Dias Ebraico - Ode a Primavera
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Amor em Prosa Poética
O que quero? Se não amar, se não dizer, que o que quero é você.
Ah! Desejo, almejo, quando vejo: impressiono-me. Ouço e leio impresso: Seu nome. Tatuado, escrito e grafado: nas pétalas da minha poesia. Sim, ouço a melodia, escrita em pauta, nem uma virgula ou pausa falta. Letra a letra, teu nome me consome, nota a nota, minha estrofe vai longe. Tão longe, onde e quanto posso ir, pra ver se tu pode me possuir. Tão longe te escrevo, como se não pudesse parar, é tão bom deslisar, a caneta pelo relevo, o dedo pelo teclar. O graveto sobre a areia, o giz sobre o chão. Eu sobre você, Eu sobre tudo que tenho a dizer: o que quero é você.
Ah! Desejo, almejo, quando vejo: impressiono-me. Ouço e leio impresso: Seu nome. Tatuado, escrito e grafado: nas pétalas da minha poesia. Sim, ouço a melodia, escrita em pauta, nem uma virgula ou pausa falta. Letra a letra, teu nome me consome, nota a nota, minha estrofe vai longe. Tão longe, onde e quanto posso ir, pra ver se tu pode me possuir. Tão longe te escrevo, como se não pudesse parar, é tão bom deslisar, a caneta pelo relevo, o dedo pelo teclar. O graveto sobre a areia, o giz sobre o chão. Eu sobre você, Eu sobre tudo que tenho a dizer: o que quero é você.
Querido verso de amor
Ao's verso's de amor
São cansões de estrela
Brilhando a centelha
Em Brasa Coração.
São casas
São Asas
Palavras
Poemas
Dilemas
Problemas
Soluções
São misturas de tudo que vemos
São a soma e o produto de tudo que Somos
São sentimentos
Escritos por extenso
Anotações da vida
Amiga palavra
Palavra querida
Amo por você
Penso por você
Quase morro
Se não te dizer
Querido verso de amor - Dias Ebraico
São cansões de estrela
Brilhando a centelha
Em Brasa Coração.
São casas
São Asas
Palavras
Poemas
Dilemas
Problemas
Soluções
São misturas de tudo que vemos
São a soma e o produto de tudo que Somos
São sentimentos
Escritos por extenso
Anotações da vida
Amiga palavra
Palavra querida
Amo por você
Penso por você
Quase morro
Se não te dizer
Querido verso de amor - Dias Ebraico
O lugar
Ainda é possivel sonhar
Dentre todos os escuros
E o vazio
Dentro de todo o mistério do mundo
Ainda há um lár
há um lugar seguro
Longe do vil
Onde de sonhos
são mais leves que o chumbo
Dentre todos os escuros
E o vazio
Dentro de todo o mistério do mundo
Ainda há um lár
há um lugar seguro
Longe do vil
Onde de sonhos
são mais leves que o chumbo
O barco
O barco
e o papel
A navegar na névoa nuvem
do céu
De sua solidão frágil
Se vê um naufrágio
Por ser sólido
de sozinho e só
A fria chuva
faz do papel
O pó
Dias Ebraico
e o papel
A navegar na névoa nuvem
do céu
De sua solidão frágil
Se vê um naufrágio
Por ser sólido
de sozinho e só
A fria chuva
faz do papel
O pó
Dias Ebraico
Poesias com o titulo no final(1)
Queimando as solas do pneu
Quem leu, correu
Quem ficou
Perdeu a cor
Na ciranda da cidade
Quem leu, correu
Quem ficou
Perdeu a cor
Na ciranda da cidade
Alguém quebrou a perna
I'm freaking mad
In this'curidão eterna
Não sinto os meus pés
Acho que troquei por uma coca
Não aguento tanto stress
A MINHA CABEÇA
Pipoca - #DiasEbraico
I'm freaking mad
In this'curidão eterna
Não sinto os meus pés
Acho que troquei por uma coca
Não aguento tanto stress
A MINHA CABEÇA
Pipoca - #DiasEbraico
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