quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Amor em Prosa Poética

O que quero? Se não amar, se não dizer, que o que quero é você.
Ah! Desejo, almejo, quando vejo: impressiono-me. Ouço e leio impresso: Seu nome. Tatuado, escrito e grafado: nas pétalas da minha poesia. Sim, ouço a melodia, escrita em pauta, nem uma virgula ou pausa falta. Letra a letra, teu nome me consome, nota a nota, minha estrofe vai longe. Tão longe, onde e quanto posso ir, pra ver se tu pode me possuir. Tão longe te escrevo, como se não pudesse parar, é tão bom deslisar, a caneta pelo relevo, o dedo pelo teclar. O graveto sobre a areia, o giz sobre o chão. Eu sobre você, Eu sobre tudo que tenho a dizer: o que quero é você.

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