Armem-se
De arsênio
Pois da nossa ganância
Todo ar será veneno
Será rubídio escorrendo de um corte
Todo oxigênio hidrogenado
Será sinônimo de morte
Pois a univalência do (c)ego
Agora já é fato
Com o resto
Não há quem se importe
O egoísmo é nosso extrato
Inato e forte
Dias Ebraico
quarta-feira, 25 de março de 2015
(C)Ego Visionário
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sexta-feira, 13 de março de 2015
Quem é você?
É um absurdo
Você ser tão bonita
É estranho
Tanto eu estranho
Tanto você sendo quem é
Tanto tento não ver
Quem é essa desigual?
Que incomum, raro, afinal
Quem e você?
Tão contrastante comigo
Tanto não consigo
Como tento não ver
Pois quebra meu mundo
Meu relógio dá voltas
ao contrário
Tanto que tu é bela
Que minhas estrelas já não são as mesmas
Tudo sem graça
Parece tão hilário
Que meu deserto virou mar
E meu mar virou amar
O incerto
Agora é certeza
E toda certeza que tenho, são meras dúvidas
Todo frio
Agora queima
Tudo que foi dito
Agora é contradição
Eu não te entendo
Realmente
Mas quer coisa mais bela
que esse mistério
à minha frente
Você ser tão bonita
É estranho
Tanto eu estranho
Tanto você sendo quem é
Tanto tento não ver
Quem é essa desigual?
Que incomum, raro, afinal
Quem e você?
Tão contrastante comigo
Tanto não consigo
Como tento não ver
Pois quebra meu mundo
Meu relógio dá voltas
ao contrário
Tanto que tu é bela
Que minhas estrelas já não são as mesmas
Tudo sem graça
Parece tão hilário
Que meu deserto virou mar
E meu mar virou amar
O incerto
Agora é certeza
E toda certeza que tenho, são meras dúvidas
Todo frio
Agora queima
Tudo que foi dito
Agora é contradição
Eu não te entendo
Realmente
Mas quer coisa mais bela
que esse mistério
à minha frente
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sábado, 7 de março de 2015
Combustão
Por quê?
Por quê que meu peito inflama, e te chama
Tão infame flameja
Meu corpo que beija
E deseja
A chama, fogo, labareda
Que brota de ti e incendeia meu olhar
Por quê?
De tão quente
Incandesce
Reluz rubi em minha pele
Calefa sangue
E cresce
Tão rápido quanto venta
Pois, meu amor,
é você que me alimenta.
Dias Ebraico
Por quê que meu peito inflama, e te chama
Tão infame flameja
Meu corpo que beija
E deseja
A chama, fogo, labareda
Que brota de ti e incendeia meu olhar
Por quê?
De tão quente
Incandesce
Reluz rubi em minha pele
Calefa sangue
E cresce
Tão rápido quanto venta
Pois, meu amor,
é você que me alimenta.
Dias Ebraico
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Tribo
Somos irmãos
Filhos do mesmo pai
E da mesma mãe
Iluminados pelo mesmo Sol
Nascidos do mesmo barro, da mesma Terra
E bebemos da mesma água
Respiramos do mesmo ar
e não há
Um de nós
que não seja um de nós
Filhos do mesmo pai
E da mesma mãe
Iluminados pelo mesmo Sol
Nascidos do mesmo barro, da mesma Terra
E bebemos da mesma água
Respiramos do mesmo ar
e não há
Um de nós
que não seja um de nós
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