Por que não sai da minha cabeça
Por que é tão impossível que eu te esqueça
E as noites que eu deixei de dormir
E os dias que não consegui acordar
São sonhos
São versos
São cores e tons
Sabores de chá
Ainda não sei o que fazer
Dias Ebraico - Porque ainda sonho com você
domingo, 30 de novembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
The machine-man's wolrd
Sopram
Sons de ferro
Ao ouvido de mortos
Erguem-se montanhas, tapando o azul celeste
Queima-se o ar
Tudo que é vivo
Há de queimar
Também
Ouvi ferro em cadáveres
Pulsando, trincado desesperado
Ouvi pedra
Fria e mórbida
Atravessada pela angustia
Viver, sofrer. Cada batida do coração, dói como um tapa na cara
Como se tapas ainda doessem.
Como se o orgulho não aliviasse
A capacidade de sentir qualquer coisa
Eu vejo óleo derramado nas estradas
Eu vejo mercúrio escorrendo nos campos de guerra
Eu vejo
Coisas
E meus olhos imploram pelo escuro
Para que nunca mais vejam essa triste escuridão
Dias Ebraico
Sons de ferro
Ao ouvido de mortos
Erguem-se montanhas, tapando o azul celeste
Queima-se o ar
Tudo que é vivo
Há de queimar
Também
Ouvi ferro em cadáveres
Pulsando, trincado desesperado
Ouvi pedra
Fria e mórbida
Atravessada pela angustia
Viver, sofrer. Cada batida do coração, dói como um tapa na cara
Como se tapas ainda doessem.
Como se o orgulho não aliviasse
A capacidade de sentir qualquer coisa
Eu vejo óleo derramado nas estradas
Eu vejo mercúrio escorrendo nos campos de guerra
Eu vejo
Coisas
E meus olhos imploram pelo escuro
Para que nunca mais vejam essa triste escuridão
Dias Ebraico
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Navegante de aspirações, inspirações.
Na noite densa
Onde rondam os sonhos
Nadando em correntes
Celestes
Galopam em estradas
Em sinapses
Levando tudo com quê que é arte
Tudo que um dia mudará
o mundo
ou alguém
Dias Ebraico
Onde rondam os sonhos
Nadando em correntes
Celestes
Galopam em estradas
Em sinapses
Levando tudo com quê que é arte
Tudo que um dia mudará
o mundo
ou alguém
Dias Ebraico
sábado, 15 de novembro de 2014
Entre tanto, você
Eu te vejo
Entre os cachos da minha imaginação
Entres vértebras da minha existências
Enraizada no meu ser
Pedaço de mim
Pedaço do céu
Despedaço-me
Por aí
Você
Que me intriga
Que me integra
E me entrego
Flor que rego,
me alegra
me dá vida
Eu te vejo
Você me vê
Eu te quero
de janeiro até amanhecer
Entre os cachos da minha imaginação
Entres vértebras da minha existências
Enraizada no meu ser
Pedaço de mim
Pedaço do céu
Despedaço-me
Por aí
Você
Que me intriga
Que me integra
E me entrego
Flor que rego,
me alegra
me dá vida
Eu te vejo
Você me vê
Eu te quero
de janeiro até amanhecer
Depois seremos
Depois de tanta guerra
E tanta morte
Tanta dor
Que atormentaram uma era
Depois de uma chuva vermelha
E do dinheiro comer as almas humanas
E de sobremesa levar o resto de tudo
Depois da dor
Tanta dor
E tanta mágoa
Depois do ódio ter corroído os corações
E o orgulho ter acabado com o que tínhamos sobrando de amor
Depois de todo esse tudo caindo sobre nós
Acho que já podemos voltar a amar
Já podemos desistir do ego
Já podemos cantar
O amor é cego
Por que não olha
Mas é sábio por que vê
Nós somos quem somos
E não precisamos de mais nada
Além de nos encontrar
E, quem quer que sejamos, ser
Dias Ebraico
E tanta morte
Tanta dor
Que atormentaram uma era
Depois de uma chuva vermelha
E do dinheiro comer as almas humanas
E de sobremesa levar o resto de tudo
Depois da dor
Tanta dor
E tanta mágoa
Depois do ódio ter corroído os corações
E o orgulho ter acabado com o que tínhamos sobrando de amor
Depois de todo esse tudo caindo sobre nós
Acho que já podemos voltar a amar
Já podemos desistir do ego
Já podemos cantar
O amor é cego
Por que não olha
Mas é sábio por que vê
Nós somos quem somos
E não precisamos de mais nada
Além de nos encontrar
E, quem quer que sejamos, ser
Dias Ebraico
sábado, 8 de novembro de 2014
Polissomia colorente amorosa
É verdadeira vida
Dinâmica
E até sofrida
Fugida do tédio
Do assedio monotônico
Do melódico insonico
E da insonia sem sonho
O amor é a cor do quadro
Primeira nota do perfume
E as 12 notas do piano
Só não nota
Quem não sabe viver
Dinâmica
E até sofrida
Fugida do tédio
Do assedio monotônico
Do melódico insonico
E da insonia sem sonho
O amor é a cor do quadro
Primeira nota do perfume
E as 12 notas do piano
Só não nota
Quem não sabe viver
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Velhos tempos mágicos onde toda poesia que eu fazia me agradava, e até um titulo com esse parecia ser perfeito
Que saudade dos velhos tempos
onde tudo era poesia
E poesia era magia
tudo era tão mágico
Por que estou tão velho?
E desencantado
Eu quero ver de novo
aquele mundo tão mágico
Que saudade da poesia
Que saudade do amor
Que saudade da época
em que tudo cheirava a chocolate
e chocolate tinha cheiro bom
As coisas belas
Eram todas
As poesias parecem tolas
Eu era jovem
Eu via o mundo
Como um outro mundo
Só que esse mundo
não parece mais tão legal como antes
Onde foi parar a poesia que eu tanto respirava?
onde tudo era poesia
E poesia era magia
tudo era tão mágico
Por que estou tão velho?
E desencantado
Eu quero ver de novo
aquele mundo tão mágico
Que saudade da poesia
Que saudade do amor
Que saudade da época
em que tudo cheirava a chocolate
e chocolate tinha cheiro bom
As coisas belas
Eram todas
As poesias parecem tolas
Eu era jovem
Eu via o mundo
Como um outro mundo
Só que esse mundo
não parece mais tão legal como antes
Onde foi parar a poesia que eu tanto respirava?
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