Que me beija em prantos
E afaga-me um tanto
Que lágrimas lhe lavem
Que os abraços lhe calem
E rompam as represas
De mil e milhões de mares
Antes sólidas por eras e eras
Não as dos seus olhos, que já se romperam muito em sua vida
Mas as dos meus secos olhos
Afogados em seu desespero.